São Pedro caprichou e a tão solicitada e abençoada chuva veio, após quase dois meses sem uma gota de água cair do céu. Uma segunda cinzenta, fria e carrancuda.
Mas claro!
O sorriso estava estampado no rosto dos torcedores brasileiros, orgulhosos, vestindo a camisa da seleção pelas ruas depois da vitória por 3 a 0 sobre a Argentina e a conquista do título da Copa América. Molhados e felizes: no calçadão, ontem, eu vi uns seis ou sete trajando a amarelinha debaixo daquela água que não parava de cair.
Porém, lá na cidade maravilhosa, coração do Brasil, Rio de Janeiro, a segunda-feira também foi cinzenta. Na opinião de alguns, até mais.
País sede, almejando o terceiro lugar no quadro geral de medalhas, no Pan Rio 2007, o Brasil garantiu, ontem, no Badminton, só uma medalha de bronze. Lógico que é importante essa medalha, ainda mais para um esporte tão pouco difundido por aqui. O problema é que, de acordo com certos “entendidos” no assunto, os adversários começam a disparar e o Brasil começa a empacar.
Nesta segunda-feira, o Brasil terminou o dia em 9º no quadro com: uma medalha de ouro, seis de prata e cinco de bronze. Total de 12. E vejam vocês: uma posição atrás da Argentina!
Doce ironia...
Mas não se preocupem. Sem querer usar um chavão, mas já utilizando: “Nada como um dia após o outro”. Nos esportes coletivos, creio eu, o Brasil vai conquistar, no mínimo, sete medalhas de ouro: futebol masculino (1); vôlei masculino (2); feminino (3); vôlei de praia masculino (4); feminino (5) handebol masculino (6) e feminino (7). Sem falar do atletismo, basquete, futsal, hipismo, natação e a vela com Robert Scheidt.
E há ainda aquele atleta, que ninguém conhece e pode aparecer no lugar mais alto do pódio.
Já é terça-feira, um novo dia.
Se hoje não for um dia mais dourado, no outro será.
Estejam certos.
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