quarta-feira, 16 de julho de 2008

Navegando pela rede, encontrei uma entrevista com o parlamentar Gino Bucchino (Partito Democratico) e um dos temas é a cidadania e a rede consular

Entrevista com o parlamentar Gino Bucchino (PD): Nòs, eleitos no exterior de maioria, precisamos estar unidos
Por Stefano Cuneo

[...]
P. Sobre a questao do reconhecimento da cidadania, muitos esperam uma forte mudança…
R. Apresentamos, aliàs reapresentamos uma proposta prioritària para sanar algumas situaçoes familiares. Hoje pode acontecer que dois irmaos estejam em condiçoes diferentes e que um deles possa usufruir de um direito e o outro nao. Pelas mulheres que perderam a cidadania e nao podem transmiti-la aos filhos, é necessario um pequeno gesto de vontade polìtica. Hà milhares de pessoas no mundo que reivindicam a descendenciaa italiana e sobre isso, a meu ver, é preciso ter um pouco de cautela, especialmente se se refere a uma descendencia de 1861, ano da unificaçao da Itàlia. Lembro que, durante uma de minhas viagens a América do Sul, um embaixador italiano me confessou que a situaçao se tornou insustentàvel por causa de tantos pedidos. Porque bastava ser “tocado” por um italiano para que a pessoa entrasse com o pedido de reconhecimendo da cidadania. Isso nao se pode aceitar. Nòs, parlamentares no exterior, estamos conversando sobre o tema.

P. A rede consular representa uma outra nota triste. O que pretende fazer nesta legislatura?
R. Acredito que estamos de frente a uma cadàver. Temos uma rede consular decadente, que està operando com muitas dificuldades e que faz milagres com aquilo que tem a disposiçao.

P. Com os cortes no orçamento, como serà?
R. Nao hà dinheiro nem mesmo para pagar a conta telefonica e a administraçao! E’ preciso fomentar as dificuldades: hoje os meios tecnològicos permitem isso. Podemos criar guiches consulares eficientes e funcionantes com rapidez. Os certificados seriam entregues velozmente. Seria bom, ao contràrio, a reduçao de pessoal enviado da Itàlia: quando existem quatro pessoas no commando de um consulado, o restante dos funcionàrios pode ser encontrado na regiao: um motorista pode ser sem problema algum um cidadao local, como muitos outros empregados. Sobre isso seria necessàrio convencer o MAE (Ministero degli Affari Esteri), que por sua vez deve prestar contas com os sindicatos.
[...]

Fonte: http://www.agenziaaise.it/gestionedb/03-News.asp?Web=Giorno&Modo=12&IDArc=60308

Nenhum comentário: